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[domingo, 6 de março de 2011] Soneto de EsperaPerdido o sonho ao doce par do melhor amigo Sorrindo se vai adejante o triste solsticio Relembrando das aventuras e marcas consigo Do gostar perdido almeja rever-nos ficticio Pesar e dura chama que alenta do tolo rico Exaspera-se o amor na pratica deste artificio De relembrar o pranto suplantadando o fico Impulsionando o peito a amar outrem de oficio Mas doce continua sendo o pesar e o prestar Resigna-se logo o peito a reter fulgurante Decerto prevendo o proximo passo a arquejar Torturado pela reminiscencia cada instante Tal magoa como tempo quisera mesmo estancar Vacila ao rever ilusao mero sonho distante Manoel Felix Pessoa Neto por LeviandadesPoeticas * 14:05 |