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//Perfil
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[domingo, 6 de março de 2011] Soneto da Musa CálidaO ouro e prata cinzeladas e esmerilhadas com ardor Nao refulgiriam nem haveriam de recordar mais belo Que tua candida figura rutila embora palida a cor Tanto trabalhada que fostes por te criar a esmero Deu-te o Criador beleza edenica e simples fingir Que dos atos em apertos reduzem ao nada o que creio De amar a beleza gasta a vida em doce vão sorrir Vendo-te nao enxerga os olhos da rutilancia e freio Que nos impõe a tua mesma beleza que nos fascina Impele-nos a procurar vos sempre e sempre açodados Humilha aqueles que pretendem vos ter por sina Mas contetam-se com a beleza antes mesmo o enfado De teus olhos radiantes entorpecidos na rotina E dos nossos as lagrimas por nao ter-vos, o agrado. Manoel Felix Pessoa Neto por LeviandadesPoeticas * 14:04 |